sexta-feira, 26 de junho de 2015

Diário da campanha: O pântano de Malktur e a demanda pelo cetro ofídico de Ka - quinto, sexto e sétimo encontros de jogo

Aqui
Fonte: AQUI

O nosso quinto encontro foi bem rápido porque, na vida real,  minha gatinha fugiu e se machucou. Parei a aventura e tive que ir ao veterinário. Apesar da altura que caiu ela estava bem. Confirmamos tudo com dois raio-x e alguns exames físicos.  

Voltando ao RPG... os personagens concluíram a viagem para Malktur sem muitas surpresas, já que resolveram ir pela estrada com paradas em locais povoados. Em 03 Ambyrmont, foram recebidos pelos cidadãos da Malktur em suas pequenas embarcações, já que para chegar à cidade somente é possível com embarcações desse tipo devido aos locais alagados e pelo fato da cidade ser sobre a água. Os navegadores dividiram a carga da carroça entre as embarcações para trasportar ao destino final. 


A cidade de Malktur é quase totalmente construída em madeira. As casas se apoiam sobre palafitas, sendo que somente  encontramos terra firme em um banco de areia, onde localiza-se a feira e o coreto. É impossível não notar a quantidade de barcos espalhados pelas margens da cidade, o casarão onde o prefeito mora com sua moribunda esposa Natasha e a Sede da guilda dos construtores de barcos. Ao desembarcarem na cidade, os personagens foram recebidos pelos ilustres, Duques Aleksand Fyodor, Duquesa Natasha Fyodor e o Meste das Guildas
 Dmitri Alok. Não foi muito difícil para os jogadores perceberem que a duquesa estava muito doente e que todos naquela reunião estavam preocupados com o futuro da cidade. 

Os jogadores questionaram a Aleksand se ele sabia sobre a doença, procurando por alguma informação que ele, porventura, tenha escondido deles. Aleksand disse que não sabia, mas desconfiava que a doença poderia ser transmitida pela água. Ele guiou todos os personagens para o hall da Guilda, onde os aventureiros iriam descansar enquanto preparariam uma reunião entre os personagens e as autoridades locais.

A reunião


Fonte: aqui
Os personagens e as autoridades locais entraram em detalhes sobre os problema e as tentativas que fizeram para resolver a questão correu no dia seguinte. Nesse encontro Fyodor revelou que a única pessoa que poderia ajudar a cidade era um antigo conselheiro elfo que ajudou a fundar a cidade e por algum motivo resolveu, supostamente,  isolar-se  em uma cabana distante dentro do pântano. Porém a única tentativa de contato não foi bem sucedida pois  dois homens morreram e dois voltaram completamete insanos. 

Fonte: aqui

O Xamã

Não conseguiram tirar muitas informações dos homens loucos, que por sinal estavam presos ali sem que os familiares soubessem, os jogadores decidiram visitar o xamã da cidade para conseguir algumas informações. A informação que mais chamou a atenção foi de que o conselheiro havia sido expulso da cidade.

O exótico xamã de longas unhas e voz soturna, revela que o conselheiro na realidade foi banido da cidade a duas gerações.

A primeira viagem para cabana do conselheiro elfo

Depois das revelações feitas pelo xamã, os jogadores decidiram que os personagens deveriam viajar imediatadamente para cabana do conselheiro. Como  visita ao xamã foi muito tarde eles decidiram viajar pela manhã com uma guia chamada Azaleia.

A viagem durou um dia completo, os aventureiros se arriscaram  por entre os cipós, charcos e perigos naturais do pântano.

Assim que chegaram à casa, perceberam que não havia condições de alguém viver nesse local e que a casa deveria estar abandonada. Suposição tão errada que ao adentrarem a casa as portas trancaram, estavam presos pelo espírito vingativo do poderoso  Elfo, cujo nome foi apagado dos documentos oficiais. Primeiro os jogadores tentaram fugir... ai ele resolveu matar a coitada da Azaleia, depois  escolheram  conversar.

O espírito precisava ouvir e ler do Duque um pedido de desculpas documentado  e verbalizado para depois informar o que sabia sobre a doença um possível item mágico que auxiliaria no processo.

Convencidos de que essa era a única chance que a cidade teria,  voltaram para Malktur informar e pedir para que o Duque fizesse o que foi exigido pelo espírito. No início ele recusou-se a fazer, já que tudo aquilo não fazia sentido, mas com bastante insistência e explicação ele decidiu por ir.

A segunda viagem para cabana do conselheiro elfo  

Ao chegarem os personagens fizeram o que foi prometido e o duque também. Assim, os jogadores, com muito medo e com razão para tal, resolveram um problema que era muito maior que a capacidade combativa deles. O espírito, em gratidão aos personagens, indicou que o a única forma de salvar o povo de Malktur era por meio do Cetro Ofídico de Ka, que estaria escondido em uma cidade anciã em ruínas, cujo portal para o local poderia ser acessado pela lareira. 

Para minha surpresa, os jogadores decidiram que os seus personagens deveriam entrar no portal de imediato, sem nem prepararem as malas, mantimentos ou conseguirem mais informações sobre esse suposto lugar..,

A cidade de jade - Povo Oltec x Homens Serpentes

Primeiramente, essa dungeon é totalmente inspirada em um conto de Robert E. Howard, qualquer semelhança não é era coincidência.

Com o aviso dado, prosseguimos no texto. Os personagens começaram a vasculhar os corredores e salões daquela cidade estranhamente iluminadas por "vaga-lumes presos a fios" dentro da cidade não há noção de dia e noite  e quando estavam bastante cansados foram surpreendidos pelo Povo Oltec e tiveram uma rápida conversa com o Rei deles, o suficiente para ficarem sabendo que há armadilhas e que estão no meio de uma guerra contra os homens serpentes e seu líder, a "Escuridão".

Eu realmente estou curtindo muito mestrar essa aventura. Os  jogadores me empolgam nas decisões que tomam, mesmo que precipitadas. Sou um mestre formado nos moldes de "Vampriro: a máscara" , mesmo mestrando a tanto tempo Dnd likes eu evitava usar dungeons com mais de 6 salas e essa eu posso dizer que é bem grande, com uma "fauna" bem perigosa e planejada.

Espero que não tenha esquecido muitas informações importantes e até a próxima.









Nenhum comentário:

Postar um comentário